sábado, 30 de novembro de 2013

ANJOS ACÚSTICO EM ABRANTES


Na noite de ontem o Cine-Teatro de S. Pedro de Abrantes revelou-se pequeno para receber o público que pretendia ver os Anjos. A casa estava lotada, como se pode verificar pelas fotos.
O público de todas as idades revelou-se ser bom conhecedor do Duo que já contando com 15 anos de carreira continua a mostrar uma vitalidade que demonstra que se encontra em boa forma para pelo manos mais 15.
Este duo que tem os seus primórdios num concurso da casa do artista, passando pela banda Sétimo Céu, onde iniciaram, e bem, a cantar só em português, fez as delícias dos presentes com uma viagem por todos os seus êxitos, com algumas pitadas de humor pelo meio.

No final e já em bastidores a repórter d'A Estrela da Manhã fez um pequeno apontamento que iremos publicar ainda no decorrer deste fim de semana e passar na edição rádio do dia 8 de Dezembro, durante o nosso programa.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

XIV PASSEIO TT “POR TERRAS DO CENTRO”


A Associação “Os Duros”, de Andreus, promove nos dias 8 e 14 de dezembro, o XIV Passeio TT “Por Terras do Centro”.
O dia 8 será dedicado às motos e quad’s e no dia 14 decorrerão as provas que envolvem jipes.
Em ambos os dias a concentração terá lugar às 8 horas, em Andreus. Inscrições e informações através dos tlms. 915 641 866 / 938 945 508.


fonte: Município do Sardoal

2.ª GRANDE NOITE DO TEATRO NA ASSOCIAÇÃO RECREATIVA DA PRESA



“O Morgado de Fafe em Lisboa” vai ser levado à cena, pelo GETAS, no próximo dia 7 de dezembro, no âmbito da 2.ª Grande Noite do Teatro, organizada pela Associação Recreativa da Presa (ARP).
As Grandes Noites, promovidas por esta associação, têm-se pautado pela elevada qualidade dos espetáculos apresentados, assim como pelos esmerados jantares e ceias que são servidos. Tal como em anos anteriores, a ARP promete outras agradáveis surpresas durante a noite.
A iniciativa, com início marcado para as 20 horas, decorre à porta fechada, sendo necessário efetuar inscrição prévia. As reservas poderão ser feitas até 5 de dezembro, através dos tlms. 933 517 141 / 969 517 352 ou em 
www.arp.com.sapo.pt.


fonte: Município do Sardoal

DECO - REMÉDIOS SEM RECEITA 10% MAIS BARATOS NOS HIPERMERCADOS


Os hipermercados vendem os medicamentos sem receita médica cerca de 10% mais baratos do que as farmácias, uma tendência que se mantém desde 2005, segundo um estudo da associação de defesa do consumidor Deco.
A associação analisou preços de 25 medicamentos de venda livre em farmácias, para-farmácias e hipermercados e concluiu que, na maioria dos casos, "compensa adquiri-los nos espaços de saúde dos hipermercados".

As conclusões, que são divulgadas esta quarta-feira na revista Teste Saúde, mostram que, no conjunto dos 25 remédios sem receita analisados, a factura na farmácia seria de 156 euros, na para-farmácia 150 euros e no hipermercado ficaria por 141 euros.

A amostra estudada custa, em média, 10% menos nos hipermercados do que nas farmácias, segundo as respostas obtidas em Julho deste ano de um total de 300 espaços.

As diferenças de preços podem atingir os 116%, como no caso de umas gotas para as cólicas do bebé que chegam a custar mais do dobro do preço entre o ponto de venda mais barato e o mais caro.

Apesar de apresentarem preços mais elevados, as farmácias continuam a ter 84% das vendas dos medicamentos não sujeitos a receita médica, refere o artigo da Teste Saúde, a que a agência Lusa teve acesso.

A Deco analisou também 12 produtos de cuidados pessoais e detectou que as diferenças de preços entre os vários locais de venda não são tão significativas.

Ainda assim, no caso dos artigos pessoais, como champôs ou produtos dentários, são as para-farmácias a apresentar os preços mais baixos, uma média de 4% a menos do que nas farmácias.

A Deco vai disponibilizar, a partir de hoje, no seu site uma espécie de simulador para os consumidores que queiram consultar, na zona em que pretendem, onde são vendidos os medicamentos e produtos mais baratos incluídos neste estudo.

FONTE: http://www.jornaldenegocios.pt

CONSTÂNCIA EM 6.º LUGAR NO RANKING DE PODER DE COMPRA


Constância ficou classificada em 6º lugar como um dos concelhos do distrito de Santarém que tem maior poder de compra num estudo feito pelo Jornal de Negócios.

O estudo do Jornal de Negócios considera três fatores: o indicador per capita do poder de compra, a percentagem do poder de compra e o ranking do indicador do poder de compra.

Esta investigação confirma que o litoral é mais rico que o interior e que mais de metade do poder de compra dos 308 municípios portugueses está concentrado nos 35 concelhos das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.

O indicador per capita do poder de compra representa o poder de compra do município dividido pelo número de habitantes. Com a média nacional em 100, o valor de cada concelho representa o seu posicionamento face à média de Portugal.

fonte: Município de Constância

terça-feira, 26 de novembro de 2013

CONSTRUIR A ÁRVORE DE NATAL E O PRESÉPIO COM MATERIAIS REUTILIZÁVEIS



Nesta altura do ano em que a época Natalícia se avizinha e com as preocupações ambientais que a todos preocupam a Câmara de Constância propõe, para o próximo dia 30 de Novembro, pelas 14h30, uma actividade em que se pretende unir as duas causas, o Natal e a protecção ambiental através da construção de uma Árvore de Natal e de um Presépio utilizando materiais que poderão ser reutilizáveis.

Esta actividade terá lugar na Ecoteca do Parque Ambiental de Santa Margarida, destinando-se ao público em geral, no entanto não dispensa a inscrição prévia a qual poderá ser efectuada pelo nº 249 739 929

AVISO À POPULAÇÃO DA PROTECÇÃO CIVIL - TEMPO FRIO E SECO


Segundo as últimas informações do INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, prevê-se para os próximos dias a continuação de tempo frio, com acentuado arrefecimento noturno e vento a soprar moderado a forte nas terras altas, aumentando o desconforto térmico junto da população.

EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

* Piso rodoviário escorregadio devido à formação de geada, em especial nas regiões do interior;
* Intoxicações por inalação de gases, por inadequada ventilação, em habitações onde se utilizem aquecimentos com lareiras e braseiras;
* Incêndios em habitações, resultantes da má utilização de lareiras e braseiras ou avarias em circuitos elétricos;
* É necessário especial atenção aos grupos populacionais mais vulneráveis, crianças, idosos e pessoas portadoras de patologias crónicas e população sem-abrigo.

MEDIDAS PREVENTIVAS

A Direcção-Geral da Saúde recomenda a adopção das seguintes medidas:

* Que se evite a exposição prolongada ao frio e as mudanças bruscas de temperatura;
* O uso de várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente;
* A proteção das extremidades do corpo (usando luvas, gorro, meias quentes e cachecol);
* A ingestão de sopas e bebidas quentes, evitando o álcool que proporciona uma falsa sensação de calor;
* Especial atenção com a proteção em termos de vestuário por parte de trabalhadores que exerçam a sua atividade no exterior, e evitar esforços excessivos resultantes dessa atividade.

A Autoridade Nacional de Protecção Civil recomenda ainda:

* Especial atenção aos aquecimentos com combustão (ex. braseiras e lareiras), que podem causar intoxicação e levar à morte;
* Que se assegure uma adequada ventilação das habitações, quando não for possível evitar o uso de braseiras ou lareiras;
* Que se evite o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de se deitar;
* Que se tenha em atenção a condução em locais onde se forme gelo na estrada, adoptando uma condução defensiva;
* Especial atenção por parte das famílias e vizinhos, e das redes sociais de proximidade, com as situações de pessoas idosas e em condição de maior isolamento.

Para além das recomendações acima descritas, encontrará informação adicional em www.dgs.pt, www.ipma.pt e www.prociv.pt.

Através da Linha Saúde 24 (808 24 24 24) poderão os cidadãos obter esclarecimentos adicionais sobre os efeitos do frio na saúde, medidas de autoprotecção ou ser devidamente encaminhados para os serviços de saúde quando se justifique.